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27 setembro 2012

Freamunde 2 - 3 Rio Ave

  Mais uma vitória e fora, espero que as coisas não se tenham invertido em relação à época anterior e agora o nosso estádio a nossa malapata. É a segunda vitória da equipa em três jogos oficiais disputados fora de casa.
  Posto isto apetece-me dizer que não festejei efusivamente qualquer golo do Rio Ave pois senti sempre alguma coisa... Preferi guardar-me para festejar a vitória, porém apesar de o sorriso ir aumentando com o decorrer da primeira parte, com os Golos a entrar, os jogadores não me fizeram a vontade, não me dando uma vitória convincente. 
  Gostei da primeira parte, em que o Rio Ave entrou forte, dominou e fez brilhar o nosso emblema, mesmo com o Golo sofrido (ao que aparenta foi um grande Golo do grande Bock). O Rio Ave arrancou uma expulsão aos 4 min, marcou de penalti e não deixou que o empate o travasse, embalando para um 3-1.
  Nuno surpreendeu-me com Diego Lopes e sem Soares, alinhou em 4-2-3-1 e assumiu perante a equipa que era para ganhar, colocando em campo:
Ederson, André Costa, Rodriguez (Soares, aos 45+1 minutos), Jeferson, André Dias André Vilas Boas, Vitor Gomes,  Ukra, Diego (Golo) (Del Valle, aos 70 minutos), Feliz e João Tomás(Golo Golo) (Hassan, aos 61 minutos).
 Idêntico a Braga? A meu ver, muito diferente, desta vez 2 dos 3 eram extremos, dando mais largura e opções ao jogo. Diego que tem dado nas vistas (achei muito "brinca na areia" na pré época), teve nesta táctica e colegas, muitas mais hipóteses de pegar no jogo, decidir pela direita, pelas combinações com Tomás, pela esquerda e pelas jogadas individuais.
  Na segunda parte o Rio Ave caiu, e quase caia aos pés do Freamunde, que se marcasse mais um golo não teria sido nada injusto com a verdade do jogo. Não sei se foi pela substituição de Rodriguez, que poderá ter dado uma sensação de dever cumprido à equipa, juntando a saída de Tomás ao 61, autor de dois golos, ou até pelo discurso no balneário ao intervalo.
  A verdade é que a equipa perdeu o domínio do jogo, arriscou o empate e não foi capaz de concretizar o golo da morte. 

  Tomás, Diego e Feliz foram muito destacados pela positiva, por tudo o que conseguiram. Vitor Gomes por sua vez foi algo criticado, diziam não estar inspirado e sem vontade (coisa que tem mostrado nos últimos anos). Talvez Vitor tivesse mais expectativas com a vinda de Nuno e talvez quisesse mesmo, num jogo, a oportunidade de jogar num lugar mais adiantado do terreno.
  Soares jogou menos tempo do que esperava, mas jogou, Hassan fez uma boa estreia e os minutos que Nuno lhe deu são uma prova de que ele está nas contas. Rodriguez poupado para domingo?
  A vontade inicial e falta dela na segunda parte, foi o que marcou um jogo que podia ter resolvido praticamente a eliminatória e que no final apenas se tornou um bom passe, pois apesar de partirmos com um só golo de vantagem contamos com 3 golos fora.

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