Mesmo antes de começar, a equipa B já caiu por terra e esta é a desilusão da época nº 1.
Estou desapontado com a situação, por 3 grandes motivos:
1º - Os jovens acabam de perder uma oportunidade de se afirmarem no seio do Clube e trabalhando às mãos do Clube.
2º - O Rio Ave acaba de perder uma grande oportunidade de conseguir poder prosseguir sob a sua orientação a formação destes jogadores.
3º - Pensei que ia haver mais futebol para ver.
Este, a confirmar, será um duro revés na politica/estratégia do Clube para esta época. Agora o Rio Ave, na figura dos seus responsáveis da formação, enfrentam um dilema e eu não gostava de estar no lugar deles. O Rio Ave deve:
- Emprestar os jogadores para rodarem noutros escalões, longe dos nossos olhos, no sentido de ganharem minutos e experiência?
- Mantê-los no plantel, trabalhando com eles mas deixando-os uma época inteira sem competição?
- Rodar aqueles que ainda poderem nos júniores, mantendo-os activos, mas dando uma experiência possivelmente curta para as suas ambições e tapando o lugar a outros miúdos?
Tudo tem prós e tudo tem contras.
À tempos li que este escalão podia exigir contractos profissionais ou de formação e que esse seria um entrave para o Rio Ave. No comunicado o Rio Ave dá a sua justificação. Sobre os contractos de formação nada é dito e por isso ficamos na dúvida se é o Rio Ave que também não os pode pagar ou é a AFP que não os aceita.
Esta decisão pode ainda não ser definitiva (espero que não). Espero que o Rio Ave bata às portas procurando patrocínios (está crise, mas nunca se sabe) e quem sabe, se como o Rio Ave, não há mais desistências, obrigando a AFP a recuar e a ceder às exigências dos clubes.
O cenário mais complicado, mas que também poderia ser remotamente considerado é a criação de um novo campeonato. Este poderia ser apadrinhado por alguma associação/federação, ou ser concretizado sob a forma de torneio externo.
2 comentários:
Quem tudo quer, tudo perde
Querer tudo era querer ter entrado com uma equipa B na 2ª divisão.
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