Foi um jogo interessante com uma segunda parte muito animada. O Rio Ave entrou
distraído, com pouca intensidade, mas a cumprir os requisitos mínimos para
ganhar, porque a Oliveirense também não estava muito bem no jogo. O árbitro
parecia querer estragar o jogo ao aplicar um critério no mínimo estranho.
Para este jogo o mister Pedro Cunha lançou: Carlos Alves, Óscar, Vitor
Pessanha, João Cunha, Virgílio, Bruno Pacheco, Iuri, Vitó, Jardel, Bruno Sousa
e Ernest. Durante a segunda parte entraram ainda André Gomes, Chico e Pedro
Matos.

Ao contrário do que o resultado pressupõem o Rio Ave este a perder. Depois de
algumas oportunidades de Golo e já em cima do intervalo, o arbitro assistente
indicou um penalti ao arbitro principal, que viria a ser convertido. Apesar dos
protestos na bancada o penalti pareceu-me existir porque há um contacto num
jogador da Oliveirense que está no ar. Ainda assim a minha dúvida é quem
promove o contacto.
Na segunda parte o Rio Ave voltou furioso com o resultado, com muito mais
velocidade e cedo empatou o jogo. O arbitro assinalou falta à entrada da área e
Óscar converteu o livre em Golo de uma forma excepcional.
Pouco depois, também de livre a Oliveirense esbarrou uma bola no porte depois
de ter passado por toda a gente na área.
A resposta do Rio Ave não tardou e um ou dois minutos depois Ernest fez uma
diagonal para dentro da área, da direita para a esquerda, com uma finta de
corpo tirou o adversário da frente e apontou o Golo da reviravolta.
De seguida foi Vitó a fazer o gosto ao pé de penalti, após falta sobre Óscar. O
lateral direito foi empurrado pelas costas e deixou-se cair. Um erro crasso do
homem do oliveirense já que Óscar estava a sair da área para recuperar a bola e
estava em cima da linha de fundo.
Com o adiantar do jogo apareceu o Iúri, que com a velocidade foi desgastando o
seu opositor e com a derrota anímica tudo se tornou mais fácil. O primeiro foi
à semelhança do Golo de Ernest, mas no flanco oposto e o segundo foi na
resposta a um cruzamento muito bom de André Gomes (se não estou em erro). Iúri
não respondeu da melhor forma, a coisa ficou esquisita, mas o arbitro
assistente considerou que o GR tirou a bola dentro da baliza (não me pareceu).
Por altura do 4-1 o jogo já dava para tudo com fintas e pormenores dos jogadores
do Rio Ave, com alguns a tentar reproduzir a "Marselha" de Zidane,
alguns toques de calcanhar, uma ou outra cueca e com Ernest a destacar-se nas habilidades.
O relaxe e o desleixe ainda nos deu um ou outro susto e a Oliveirense viria
mesmo a marcar, fazendo o 5-2 final.
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