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28 janeiro 2018

"Por onde passa o futuro das equipas B?" - Perto do fim?

  "Junho vai der decisivo... e polémico" garante este texto do site zerozero.pt. Aconselho a leitura, apesar das conclusões serem algo inquinadas por uma leitura dos números com palas. As equipas B deram aquilo tudo? Mas não haverá outras forma de fazer a ponte? Sobre isso este texto não se debruça, nem sobre os danos causados à competição.

  Pessoalmente sempre fui contra este modelo de equipas B. Promoveram, mais do que uma integração, uma plataforma de experimentação. Repare-se no exemplo do Porto: A caminho do segundo título poucos jogadores foi capaz de promover. Muito porque apesar de serem bons reforços para muitas equipas, não são suficientemente bons para as equipas mãe. 
  Além de mais, nunca achei justo secar ainda mais um espaço competitivo que se deve destinar aos demais clubes.

  Eu sempre fui a favor do modelo Inglês das equipas de reserva. Sempre defendi planteis de 35 jogadores, no máximo, em que os menos utilizados podiam manter o ritmo e evoluir numa segunda competição. Luís Castro chegou a apontar problemas de competitividade a este sistema. Mas acho que haveria maneiras de o fomentar:
1 Criar dois ou mais escalões - promove o orgulho de estar no comboio da frente
2 Organizar os cabeça de série da Taça da Liga segundo essa competição e não pela classificação do campeonato anterior (talvez aplicar o mesmo na Taça de Portugal)
3 Criar competições mais curtas em dois títulos, Inverno e Verão - poderia obrigar à divisão por zonas (reduzindo até os custos de deslocação)
4 Fazer um acordo com outros países e criar finais entre campeões.

  Sobre a nossa equipa B haveria também muito a dizer, principalmente na relação, ou falta dela, com a equipa A, ainda que a diferença competitiva seja abissal - Talvez seja assunto a voltar entretanto.

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